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updated 6:43 PM BRST, Oct 20, 2020

São Joaquim da Barra, Multa em caso de focos de Aedes, registrou quase 6 mil casos de dengue e 4 mortes esse Ano

Em São Joaquim da Barra (SP) os moradores que não respeitarem as medidas impostas pela Prefeitura da cidade, para eliminar os focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, Zika Vírus, Chikungunya e Febre Amarela, serão notificados pela Vigilância Sanitária e multados no valor de R$ 848. Segundo a Administração, a fiscalização pelos loc...

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Em São Joaquim da Barra (SP) os moradores que não respeitarem as medidas impostas pela Prefeitura da cidade, para eliminar os focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, Zika Vírus, Chikungunya e Febre Amarela, serão notificados pela Vigilância Sanitária e multados no valor de R$ 848.

Segundo a Administração, a fiscalização pelos locais que apontam casos de dengue é realizada por equipes da Vigilância Epidemiológica. Pelo menos, 13 munícipes já foram multados na cidade.

Para os agentes de combate a endemias, a proliferação de larvas ocorre, geralmente, em vasos de plantas, garrafas PET, potes plásticos, calhas, ralos, lajes, piscinas e pneus. Além de toldos, entulho, sucatas e reservatório de água de geladeira.

Diretor municipal de Saúde Rangel Luís de Melo explica que a medida visa eliminar com a proliferação de larvas do mosquito e ainda evitar mais casos no município, que já é considerado em alerta.

 

“A multa é aplicada para as pessoas que tem reincidência em criadouros das larvas do mosquito Aedes aegypti. A dengue é uma balança de responsabilidade. A Prefeitura tem feito os investimentos e as ações, por contra partida, o peso da balança está na conscientização da população”, afirma.

Segundo Melo, quando as larvas são encontradas nas residências ou em terrenos particulares, o proprietário tem o prazo de 48 horas para realizar as adequações no local. Caso a solicitação não seja cumprida, a Vigilância Sanitária oferece mais 10 dias para que o morador faça a limpeza e retire os possíveis criadouros.

“Se em 10 dias não resolver, a multa é aplicada para o morador. O dinheiro é recolhido e usado na administração, principalmente, para melhorar os recursos da área de saúde”, comenta.

Devido ao alto índice da doença, São Joaquim da Barra decretou no começo do ano estado de calamidade. À época, o governo intensificou arrastões de limpeza e reforçou as equipes da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para que se tornasse ponto de referência para pacientes com suspeita de dengue.

Ao todo, 80 agentes de vetores também foram contratados emergencialmente. Os arrastões de combate aos focos do mosquito Aedes aegypti passaram a acontecer também aos sábados.

 

“Continuamos com as ações educativas. Estamos realizando arrastões, que são aquelas limpezas brutas em terrenos, em vias públicas e em residências. Também aos sábados, a Prefeitura faz a quebra das pendências, ou seja, aqueles locais que durante a semana estão fechados e aos finais de semana no período da tarde estão abertos, eles são vistoriados e analisados pela nossa equipe”, destaca.

Este ano, a cidade registrou quase 6 mil casos de dengue. No início de 2019, ao todo, quatro pessoas morreram em decorrência da doença.

Em novembro, foram 10 casos confirmados. Mesmo assim, a cidade está na lista de atenção, pois de acordo com o levantamento da Secretaria de Saúde do estado de São Paulo, o índice de criadouro do mosquito da dengue em São Joaquim da Barra é de 2.04, que é considerado alerta.

Last modified onSegunda, 16 Dezembro 2019 13:40
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